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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS PODEM AUMENTAR AS TEMPESTADES DE RAIOS ULTRAVIOLETA E A RADIAÇÃO

Mäyjo, 29.10.15

Alterações climáticas podem aumentar as tempestades de raios ultravioleta e a radiação

No que toca à radiação, as grandes preocupações advêm de desastres como Fukushima e Chernobyl. Mas, para a maioria das pessoas, os riscos de radiação reais provêm do sol – e o aquecimento global pode tornar este problema muito pior.

Um estudo publicado este mês revela que uma intensa tempestade de raios ultravioleta, que durou dois anos, fez com que a radiação solar aumentasse em alguma áreas – e a situação vai continuar a piorar à medida que a camada de ozono continua a diminuir.

Os investigadores tentaram estudar condições semelhantes às encontradas em Marte e, como tal, escolheram a cordilheira dos Andes que, surpreendente, é muito marciana. Ao longo de dois anos os cientistas registaram níveis elevados de raios ultravioleta, tão altos como 43 na escala UV, refere o Inhabitat. Durante um dia de Verão, com sol intenso, raramente os índices UV ultrapassam os 10. Como tal, um índice de 40 é um valor extraordinário.

A tempestade de raios ultravioleta, que ocorreu entre 2003 e 2004, foi um pico incomum causado pela diminuição do ozono a partir de uma explosão solar, que provocou ventos intensos, incêndios sazonais e várias tempestades, daí que os níveis UV não sejam tão elevados.

Contudo, as alterações climáticas estão a diminuir a camada de ozono, o que pode provocar tempestades ultravioleta mais intensas – mesmo fora dos Andes e da Antárctida. São necessários mais estudos para determinar a real gravidade do problema e as possíveis ameaças para a vida terrestre, mas os tufões, incêndios e tempestades cada vez mais frequentes e intensas podem ser apenas a ponta do iceberg no que concerne às alterações climáticas.

Foto: rospix / Creative Commons

Mundo terá 9,7 bilhões de habitantes em 2050

Mäyjo, 29.10.15

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Avenida 25 de Março, centro comercial de São Paulo. 
Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas

 

Mais de 7 bilhões de pessoas vivem no mundo atualmente e o crescimento populacional continuará pelas próximas décadas. Em 2050, serão 9,7 bilhões de habitantes e no ano de 2100, o planeta deverá ter 11,2 bilhões de pessoas. A projeção é das Nações Unidas, que apresentou nesta quarta-feira, 29 de julho, uma revisão da sua estimativa de crescimento populacional. O aumento pode ser atribuído a uma pequena lista de países com altos índices de fertilidade, especialmente na África.

Até 2050, nove países vão concentrar metade do crescimento populacional: Índia, Nigéria, Paquistão, República Democrática do Congo, Etiópia, Tanzânia, Estados Unidos, Indonésia e Uganda.

China e Índia continuam sendo os únicos países do mundo com mais de 1 bilhão de habitantes cada, mas a população indiana deve ultrapassar a chinesa em 2022.

O subsecretário geral da ONU para Assuntos Econômicos e Sociais, Wu Hongbo, declarou que "entender as mudanças demográficas é essencial para a implementação da nova agenda de desenvolvimento sustentável"
 

Brasil
O Brasil também está entre os 10 maiores países do mundo em termos de população, ao lado de México, Nigéria, Paquistão, Estados Unidos e Rússia. A Nigéria inclusive poderá tornar-se, em 2050, o terceiro maior país do mundo em número de habitantes.

A maior taxa de crescimento populacional nas próximas três décadas estará concentrada na África. Pela projeção da ONU, a população de 28 nações desse continente irá dobrar. E olhando além, até 2100, Angola, Burundi e RD Congo serão um dos 10 países da África com maior aumento populacional.

Fertilidade
O crescimento da população depende muito dos rumos do padrão de fertilidade, porque segundo a ONU, pequenas mudanças de comportamento podem gerar grandes diferenças no total da população em cada região.

Em anos recentes, por exemplo, a taxa de fertilidade caiu em quase todas as regiões do mundo, até mesmo na África, apesar do continente manter o maior índice de fertilidade.

Com a redução da fertilidade, o número de pessoas mais velhas aumenta ao longo do tempo. Até 2050, o total de pessoas acima de 60 anos deverá dobrar. Na América Latina e Caribe, 25% da população terá 60 anos ou mais em 2050.

Jovens
Na África, atualmente apenas 5% da população tem mais de 60 anos, mas o índice subirá para 9% nas próximas três décadas. Por outro lado, o total de crianças menores de 15 anos representa 41% dos habitantes do continente africano.

Outro fator que contribui para o crescimento populacional é a redução das mortes de crianças menores de cinco anos de idade. O índice caiu mais de 30% em 86 países entre os anos de 2000 e 2015, como previsto nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

O subsecretário geral da ONU para Assuntos Econômicos e Sociais, Wu Hongbo, declarou que "entender as mudanças demográficas é essencial para a implementação da nova agenda de desenvolvimento sustentável".

(Por Leda Letra, da Rádio ONU)

in: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2015/julho/mundo-tera-9-7-bilhoes-de-habitantes-em-2050#ixzz3hJbGxQZR 

 

A natureza a falar - Mãe Natureza

Mäyjo, 29.10.15

 

«Alguns chamam-me "Natureza",
Outros chamam-me "Mãe Natureza".
Estou por aqui há cerca de 4,5 mil milhões de anos,
22500 vezes mais tempo que tu.
Realmente, não preciso das pessoas,
Mas as pessoas precisam de mim.
Sim, o teu futuro depende de mim.
Quando eu prospero, tu prosperas;
Quando eu vacilar, tu vacilas;
Ou pior.
Mas eu estou aqui há éons.
Alimentei espécies maiores que tu,
E fiz passar fome espécies maiores que tu.
Os meus oceanos,
O meu solo,
Os meus cursos de água,
As minhas florestas,
Todos te podem levar,
Ou deixar.
Como escolhes viver cada dia, ou respeitando-me, ou não me respeitando,
Realmente, não me importa.
De uma maneira, ou da outra, as tuas ações determinarão o teu destino,
Não o meu.
Eu sou a Natureza, eu continuarei,
Eu estou preparada para evoluir.
E tu, estás?»



Um vídeo de Conservation International com locução de Julia Roberts .

O centro da Europa

Mäyjo, 29.10.15

O centro da Europa. Estónia ou Bieolorússia são

O centro da Europa: Estónia ou Bielorrússia são os centros geográficos da Europa - depende de quais extremos geográficos consideramos.

A Estónia se considerarmos todas as ilhas do continente (Flores, Açores, inclusive). A Bielorrússia se os limites forem a Europa Continental (RU e Islândia, inclusive)